Diário de Bordo - Recantos & Encantos IX



63 - Calais-FR – Pela quantidade de turistas que tiravam fotos desta praça, exatamente onde estou, dá para pensar que seja a única praça de Calais, no norte da França que chamam de Region du Nord et Pas-de-Calais. Ledo engano! A cidade é cheia de praças lindas como essa, e o que mais encanta é o cuidado que se tem com a coisa pública. Basta olhar o colorido das flores e da grama e a forma como é conservada. A cidade francesa fica no extremo norte da França, à margem do Canal da Mancha fazendo fronteira com a Bélgica. Quando se vem da Inglaterra por “ferry boat” geralmente é onde se aporta pelo lado francês por ter Paris abaixo e em linha reta, bem ao sul. Mas o porto de Dunkerke – que fica a menos de 50km a leste de Calais - também faz a ligação entre as capitais inglesa e francesa. Depois do Euro Chanel, o túnel que liga os dois países, o cruzamento por mar reduziu muito a travessia, já que pelo túnel se vai em 2h16m ponto a ponto e no “Sealink”, linha marítima que cruza o canal, se leva mais de 5 horas. Mas tem muita gente que prefere curtir o passeio por ele, pelo seu romantismo e beleza.




64 – Cabo Frio-RJ – Vir ao Rio e não conhecer Cabo Frio é o mesmo que aquele ditado de “Ir a Roma e não ver o Papa”, pois que poucas cidades do Estado são tão buscadas pelos turistas quanto ela. E não é pra menos: com perto de 220.000 moradores da cidade, esse número triplica nos meses de verão, e quase dobra nos fins de semana. Daí que animação e coisa pra fazer não falta, ainda que essa afluência toda é causa de problemas para os locais, já que o município não conta com infraestrutura para receber tanta gente de uma só vez, a começar pela falta dágua, pois imagine as reservas da cidade precisando atender tanta gente com a mesma capacidade dos demais dias do ano. Mas é o preço da fama, e para os turistas isso é o que menos incomoda. A cidade foi território dos Tupinambás, e até hoje conserva sinais de sua passagem, pois que por todo lugar onde se ande se respira história. Cabo Frio tem fortalezas lindíssimas do tempo do descobrimento ainda totalmente preservadas, e seus mirantes do alto dessas construções históricas oferecem uma vista panorâmica da cidade inteira. Foram inúmeras as vezes em que visitei a cidade, inclusive por ter amigos que mantém imóveis de praia ali, apenas para quando se vai nos finais de semana.  Para efeito de trabalho só fui à cidade uma única vez, mas a passeio perdi a conta das muitas estadas em que curti suas lindas praias.
65 – Cáceres-MT – A pantaneira Cáceres é uma cidade com menos de 100.000 habitantes às margens do rio Paraguai, no meu estado natal de Mato Grosso. Considerada a mais pantaneira das cidades matogrossentes, por estar totalmente inserida na microrregião do Alto Pantanal e também dentro da Amazônia Legal. Está localizada na fronteira com o Paraguai e é considerada porta de entrada para o Pantanal, possuindo portanto o maior potencial hídrico de todo o estado. De tão rica em história, precisaria de muito tempo e espaço para descrever a importância de Cáceres. Reúne em sua arquitetura um rico patrimônio histórico que mistura o Colonial com o Neogótico, o Neoclássico e o Art-Decó. Seu clima úmido tropical coloca a temperatura no verão acima dos 40 graus, e a fauna local, graças à sua localização, é muito rica, e mantém o único frigorífico de jacarés de toda a América Latina, com alguns criadouros e também um curtume para tratamento do couro desse réptil típico do pantanal. Diferentemente do que se possa pensar, esse detalhe de sua economia nada tem de ameaça à sua rica fauna pantaneira. Ao contrário, ajuda a conservar os jacarés nativos, uma vez que a cidade se dedica a criar os bichos em cativeiro especialmente para o abate, daí porque todos os derivados do animal comercializados evitam a caça predatória dos jacarés silvestres que infestam o rio Paraguai e as praias ribeirinhas. Quando criança lembro de passarmos por Cáceres de trem, entre Mato Grosso e São Paulo. Essa estrada de ferro acredito não existir mais. Estive em Cáceres, no período da foto, para um grande projeto do Sebrae que me levou a diversas outras cidades do estado, o Projeto Ideal, onde minha missão era implantar Centros de Desenvolvimento Empresarial nas cidades mais interiorizadas do país, que não contam com acesso fácil a especialistas para obter apoio ao desenvolvimento local.
66 – Cacoal-RO – Cacoal é uma pequena cidade no leste do estado de Rondônia e bem na divisa com Mato Grosso, meu estado natal. Tão pequena quanto todas as demais cidades do antigo território, ela tem uma população maior do que a maioria das outras, pois apesar de ser a 21ª. em tamanho, ocupa o 5º. lugar em número de habitantes, só para se ter uma ideia de sua densidade demográfica. Seu apelido oficial é “Capital do Café”, por ter sido o maior produtor no estado, que depois foi ultrapassado por São Miguel do Guaporé, mantendo-se hoje em segundo lugar. Mas a importância do café para Cacoal ainda continua grande, a ponto de sua prefeitura ter o nome de “Palácio do Café”. As cidades de Rondônia são todas parecidas, à exceção da capital Porto Velho, que se destaca pelo tamanho. Apenas duas além de Porto Velho possuem mais do que 100.000 habitantes, com 20 apenas dos 52 municípios atingindo população superior a 20.000 pessoas. Se a capital chega perto de 520.000, a segunda cidade mais populosa já cai para 1/5 disso – apenas 130 mil – só como parâmetro de comparação. Sendo Rondônia um estado do público típico do Sebrae, por sua natureza ainda bastante rural e onde se busca estimular o micro empreendedorismo, percorri várias cidades do estado, principalmente as do corredor no sentido sudoeste-nordeste, cortando o ex-território de um extremo ao outro, desde a divisa dos três estados limítrofes (Amazonas, Mato Grosso e Rondónia) até Rolim de Moura do Guaporé, já na fronteira com a Bolívia. Como curiosidade, diversas cidades de Rondônia têm em seus nomes o “Guaporé” por conta do antigo nome do estado, quando ainda era território federal. Tenho um carinho especial por todo o estado por suas particularidades bem diferentes de todo o resto do país, com aquela quantidade enorme de povoações de forte cultura religiosa e natureza ainda bem rural, com feiras onde se encontra de tudo, desde frutas exóticas, cabaças e artesanato até animais silvestres vivos.
67 - Cachoeiras de Macacu-RJ – Apesar de seus mais de 300 anos de existência, Macacu – como é popularmente chamada pelos moradores – ainda é uma pacata cidadezinha agrícola que parece ter parado no tempo. Ela já foi uma cidade próspera nas primeiras décadas do século XX, quando representou um importante ponto de conexão por via férrea entre a capital do estado e a região serrana, principalmente Teresópolis. Assim sua vida girou por longo tempo em torno da Estrada de Ferro Leopoldina. Grande parte de seu declínio aconteceu por conta do regime militar, que exerceu forte pressão sobre funcionários da Leopoldina e lavradores que dependiam da ferrovia para o escoamento da produção de suas lavouras. A cidade, se não me engano, foi a última a integrar a região metropolitana do Rio, pois antes de 2013, conforme dados oficiais, ainda fazia parte do interior fluminense. Realizei pelo menos 15 viagens à  cidade aplicando treinamento em empreendedorismo para fomento de pequenos negócios no município, capacitação essa realizada com suporte do Sebrae-RJ, voltada para agronegócio e comércio de pequeno porte.
68 - Camboriú, Balneário-SC – Quando estive em Camboriú com amigos, na década de 1980, a cidade nem de longe lembrava essa em que se tornou hoje, que ganhou o apelido de “Dubai brasileira”. E não é pra menos: os mais altos edifícios do país estão concentrados ali, com alguns que atingem 80 andares em torres que alcançam 280 metros de altura. Tornou-se assim a cidade mais verticalizada do Brasil, vivendo hoje do enorme fluxo turístico justamente por conta disso, onde sua população fixa de 124 mil habitantes, somada à de visitantes, atinge a incrível marca de 4 milhões no período de alta estação. Pode-se dizer então que Camboriú só sobrevive a essa invasão porque as pessoas se amontoam na verticalidade de suas torres monumentais, pois se ocupassem o solo ao mesmo tempo imagino que não haveria chão para se colocar o pé, com toda essa gente distribuida por cada metro quadrado. Mas a Camboriú da época ainda era apenas uma cidade com praias bonitas e algumas até isoladas, como essa de Laranjeiras vista na foto. Quero voltar lá em breve para sentir a diferença, que deverá ser impactante comparada à lembrança da nossa estada na cidade. Camboriu é conhecida ainda por ter tido a primeira praia dedicada ao naturismo no Brasil, a praia do Pinho, que também contribui para atrair naturistas que buscam por lugares onde a prática é oficialmente aceita.

69 - Campina Grande, localizada a oeste da capital João Pessoa, é a segunda cidade mais populosa da Paraíba e um dos principais polos industriais e tecnológicos do nordeste, este último também da América Latina. Com pouco mais de 400 mil habitantes, a cidade aparece como importante centro universitário, contando com 21 universidades, sendo três delas públicas, daí entender porque é a cidade proporcionalmente com o maior número de doutores do Brasil, com 1 para cada 590 habitantes, o que coloca sua média seis vezes acima da nacional. Tornou-se assim um centro para o qual aflui grande parte dos estudantes das regiões norte e nordeste. Apesar disso, o grande problema de Campina Grande sempre foi o abastecimento de água, pois que o município não fica próximo a nenhum rio e toda sua água provém de dois açudes, o que prejudica sua qualidade por não se tratar de água corrente. Seus habitantes reclamam inclusive de se mostrar salobra, com perceptível sabor de barro e de cor escura.  Realizei diversas idas à cidade desenvolvendo um plano estratégico para implantação de centros empresariais, bem como estimular o surgimento de lideranças locais, os chamados CDEAL, pela nomenclatura do SEBRAE Nacional – Centro de Desenvolvimento Empresarial e Administradores Líderes. Um trabalho importante junto ao alto escalão de sua representatividade local do mundo dos negócios, que exige depois um complexo serviço de acompanhamento pós-implantação até que se estruturem e possam dar prosseguimento à sua gestão, caminhando com as próprias pernas.

70 – Campinas-SP – Aqui seria o caso de perguntar durante quanto tempo vocês querem que eu fale de Campinas. Aqui seria o caso de perguntar durante quanto tempo vocês querem que eu fale de Campinas. Foi lá que passei minha segunda infância (a partir dos 7 anos) e os primeiros anos de minha adolescência, então dá pra imaginar que estória é o que não irá faltar. Ainda mais levando em conta que só realizei um único trabalho lá junto à Unicamp, restando então o turbilhão de coisas durante o período de meus primeiros anos. Quando trocamos Campinas pelo Rio lembro da população da cidade como tendo 300.000 habitantes e agora está com 1 milhão e 200 mil. Precisa dizer mais? Como era bem comum naqueles tempos, famílias migravam de um lugar para outro por etapas. Do local onde eram radicadas alguém saía primeiro por alguma contingência, e aos poucos o restante da família ia se juntando a ele, promovendo um verdadeiro êxodo de todo mundo do lugar de origem para onde o primeiro encontrou seu local ideal. Dessa forma foi que o irmão mais velho de minha mãe – Ruy Bodstein – partiu de Cuiabá para Campinas quando passou no concurso para o Banco do Brasil, e pouco tempo depois meus avós o seguiram. Pronto! Estava iniciado o êxodo da família de tradição mato-grossense para a cidade paulista. Depois de meus avós foi nossa vez de nos juntarmos a eles e em seguida uma irmã de papai e o marido nos seguiram, com seus quatro filhos. É aquele processo em que americanos costumavam fazer distinção entre “pioneiros” e “colonos” no desbravamento do velho oeste: um pioneiro segue na frente e checa se é um bom lugar para se instalar. Os outros – os colonos – já mais seguros, vem chegando depois apoiados na experiência do primeiro, e assim, pouco a pouco, vão se transferindo todos. Na imagem mostrada na foto apareço numa Lagoa do Taquaral já bem diferente daquela do mesmo bairro onde moramos em minha infância. De um lugar semi-isolado cercou-se de prédios por todos os lados e foi transformada numa atração turística da cidade. Recebeu um galeão espanhol da era de Cabral para exibir-se ali, e os bondes que circulavam por toda a cidade em nosso tempo deixaram de herança um único exemplar rodando por toda a borda da agradável lagoa à margem de um bosque de eucaliptos. Por ocasião da foto eu estava por lá apenas passeando e matando saudades. Bem, vou parando por aqui para não transformar a descrição num livro pois, como comecei dizendo, teria muita coisa de Campinas pra falar.
71 – Campo Grande-MS – A atual capital de Mato Grosso do Sul sempre teve uma forte rivalidade com Cuiabá antes da divisão do estado em duas unidades distintas da Federação. Os campo-grandenses desde sempre reivindicavam a transferência da capital para sua cidade, até que ocorreu a divisão e essa discussão caiu no vazio, posto que ambas se tornaram capitais de seus respectivos estados. Meus conterrâneos da cidade onde nasci que me perdoem, mas conhecendo bem as duas, sempre achei que Campo Grande merecia, desde aquele tempo, ser mesmo a capital do estado unificado, posto que Cuiabá sempre teve um jeitão interiorano muito mais forte, e Campo Grande se mostrava mais progressista e avançada em muitos dos seus aspectos urbanos do que minha cidade natal, que detinha o status de capital. Enfim, cada uma delas conseguiu no fim das contas o que queria, e a paz finalmente baixou sobre ambas no que toca à antiga rivalidade, exceto num ponto: as duas se dizem como sendo o centro geodésico da América do Sul, ou pelo menos o defendiam até bem pouco tempo pois que, apesar de Cuiabá possuir o título oficialmente, eu mesmo tive oportunidade de conhecer em Campo Grande o obelisco que, para eles, marca o fato, conforme li na placa de bronze que ele trazia na base da estrutura. O que se conclui é que as duas cidades, apesar de terem acabado ambas como capitais de um dos dois “Mato-grossos”, sua vocação para rivalizarem entre si jamais vai se perder, pois que o bairrismo de sua população segue a todo vapor, rsrs!!!
72 – Campo Maior-PI – Com pouco mais de 45.000 habitantes, Campo Maior é uma simpática cidadezinha encravada no coração da região centro-norte do Piauí. A cidade, sem grandes atrativos, destaca-se por sua história que, apesar de despertar orgulho nos campo-maiorenses, é muito pouco conhecida do restante dos brasileiros, desconhecida até, apesar de sua importância, pois nem mesmo nos livros de história se costuma encontrar descrito o fato histórico que mais marcou a cidade à época da Independência do Brasil, e que injustamente caiu no esquecimento, ou até mesmo nem chegou ao conhecimento do restante do país. O Brasil. Foi em 1823, e apenas 6 meses depois da nossa Independência em 7 Set1822 quando D. João VI, tendo perdido o controle do país pelas mãos do próprio filho, Pedro I, enviou o Major João Fidié para manter o controle sobre as regiões norte e nordeste. Só que não contava que o pessoal do campo, como vaqueiros, agricultores e trabalhadores rurais, partisse para a defesa do país com o único meio de que dispunham: apenas seus instrumentos de trabalho como facões, enxadas e paus, para corajosamente partirem pra cima dos soldados do Major Fidié a mando do Império Português. Esses heróis anônimos, naturalmente, perderam suas vidas na única e mais sangrenta batalha pela Independência do Brasil, quando foram massacrados pelos soldados na chamada “Batalha de Jenipapo”. Só que, com seu heroísmo, estimularam a resistência pelos estados vizinhos, e quando Fidié partiu com suas tropas para fazer o mesmo no Maranhão, sendo ali derrotado e preso pelos maranhenses. E foi assim que os campo-maiorenses foram vingados em sua glória, acabando por perder a batalha e a vida, mas não a guerra, impedindo assim a divisão do país entre os impérios do Brasil e de Portugal. Na foto eu apareço em frente ao gostoso hotel onde me hospedei, que mais parecia a casa grande de uma fazenda. Estive lá para aplicar treinamento em Planejamento Estratégico pelo Sebrae Nacional, e o que marcou foi que esqueci meu “blazer” com dinheiro, passagem aérea e todos os documentos no guarda-roupa do Hotel Othon, na capital Teresina. Felizmente eu já estava de posse do meu primeiro celular, numa época em que pouca gente o possuía ainda, e pude ligar para o hotel no caminho, que guardou tudo até quando retornei para a capital para embarcar de volta para o Rio. O emocionante foi que cheguei a Campo Maior com apenas cinco reais no bolso, mas felizmente todas as minhas despesas eram cobertas pelo Sebrae e não tive qualquer problema para passar a semana, pois que motorista, hospedagem e alimentação já estavam previamente acertados com a empresa. Mas lembro que foi a primeira vez que me fiz a pergunta que depois se repetiu por diversas vezes: “Como foi que a gente sobreviveu por tanto tempo sem essa maquineta?”
73 – Campo Verde-MT – Campo Verde é uma cidade de pouco mais de 40 mil habitantes a 130 km de Cuiabá (minha cidade natal). Quando lá estive pela primeira vez, em julho de 1999, a cidade havia completado naquele mesmo mês 11 anos de sua fundação, ocorrida em julho de 1988, portanto uma cidade bastante nova que não existia ao tempo de minha primeira infância passada na capital do estado. A cidade inclusive nasceu de territórios desmembrados dos municípios de Cuiabá e Dom Aquino mas, diferentemente da capital, tem uma temperatura bastante amena, tanto por se localizar a uma altura de mais de 730 metros acima do nível do mar, como ainda pelo fato de Cuiabá ficar numa bacia geológica formada por uma cadeia de montanhas, o que dificulta a circulação de ventos e por isso ter temperaturas em que atingir-se 47 graus no verão é muito comum. Apesar de apenas uma década de vida na época, Campo Verde já se mostrava uma cidade fervilhante e muito promissora, que atraiu muitas empresas para solo mato-grossense, entre as quais a mais recente filial (àquela época) da Perdigão. Eu fui à Campo Verde para aplicar treinamento em Planejamento Estratégico a empresários locais pelo SEBRAE Nacional, mas numa dessas agradáveis coincidências que acontecem, quando almoçava num grande shopping local encontro lá um grupo de engenheiros da Perdigão que foram grandes parceiros da matriz da empresa em Videira, SC, para onde eu me dirigi ao longo de três anos quase que semanalmente para implantar ali um Programa de Qualidade, só que pelo IBQN, outra de minhas grandes parcerias institucionais para quem trabalhei por 15 anos. Bom demais reencontrar amigos de outros trabalhos e em lugar tão distante, daí porque Campo Verde marcou por essa gostosa coincidência. As datas de todos os trabalhos eu tenho registradas, uma a uma, mas acontecimentos como o narrado aqui ficam na memória mesmo, e parecem até guardadas numa pasta especial do cérebro, criada especialmente para eles, pois que nunca se apagam.

Comentários

  1. Caro Bodstein, gosto muito do que escreve e de conhecer, por seu intermédio, outros lugares. Abraço forte.

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