Pé no Mundo - Fazendo malas, Curtindo e Aprendendo
Amsterdam e seus canais é um espetáculo à parte. A capital
da Holanda é quase uma cidade aquática. Seria uma versão, em escala bem maior, de Fort Lauderdale para quem conhece a cidade da Flórida que também é
recortada por canais - mas longe de ser tão monumental quanto a capital
holandesa.
A mais badalada terrinha dentre todos os
"hermanos" é a preferida dos brasileiros e não tem mais novidade para
a maioria, mas buscar as do interior para não ficar só nos espetáculos de tango
das ruas de BArs. é sempre uma boa pedida.
Eis aí a origem do Manequinho, nosso velho conhecido da
Praia de Botafogo. Cópia idêntica ao original existente na capital belga, Bruxelas,
e vai ainda de troco nossa praia de Botafogo (onde fica o nosso), que também
não perde em beleza.
Com sua população de maioria indígena, a Bolívia surpreende como um dos países do mundo que preserva suas origens de forma bastante perceptível, tanto pelas características físicas de seu povo quanto pelas tradições que se mantém em perfeita harmonia com a modernidade do século 21.
Bristol, importante cidade portuária no interior da Inglaterra, é simplesmente encantadora. À margem do rio Avon, possui uma das
pontes suspensas mais belas do mundo. A altura em que pende da estrada que
margeia o rio lá embaixo é inacreditável!
Se eu fosse listar os países mais organizados em que já estive, com certeza o Canadá ocuparia o topo da lista. Da menorzinha até Toronto, a maior megalópole canadense, todas as cidades são extremamente civilizadas e deliciosas para se viver. O duro é aguentar aquele gelo todo pelo menos nove meses por ano. Em Wendake, o lugarejo das principais tribos indígenas que deram origem ao Canadá (próxima a Quebec), os Hurons ainda permanecem lá. O Vilarejo é incrível, e o lugar mais frio de todos os lugares onde já pisei. Temperatura média nesse dia? “Apenas” 30 graus negativos! É mole?
Como o país em que voltei mais vezes, pude rodar o interior
dos EUA e conhecer lugarejos lindos que fogem dos cartões postais. Talvez as
cidades que poucos brasileiros se preocupam em visitar. E por isso mesmo se descobre quão fantástico pode ser fugir do lugar-comum.
Se não vai a Roma quem não vê o Papa, também não se pode dizer que se conhece o mundo antes de se ir à Paris. A França é toda linda mas, como se diz em bom francesinho, Paris c’est toujour Paris. A cidade-luz não é apenas iluminada à noite. Seu por-do-sol é de fazer inveja a muitas cidades abaixo da linha do Equador, concordam comigo?
Após o término da guerra
angolana em 2007, a capital Luanda foi transformada num imenso canteiro de obras, não fugindo da
reconstrução do país como um todo, apesar de menos atingida pelo conflito.
Assim, apresenta enormes contrastes onde shoppings e prédios moderníssimos
começaram a conviver lado a lado com bolsões de extrema pobreza. Tanto lá como aqui fiz grandes amigos angolanos. Não sei se por terem conhecido o horror da guerra, os angolanos são extremamente simpáticos e confiáveis, daí porque é muito fácil criar laços fortes com eles.
Quando se fala de Londres é o
luxo e a pompa que mais salta aos olhos, mas a cidade mais cosmopolita do mundo
é muito mais do que isso: tem uma magia que deixa a gente boquiaberto. Pena que
o londrino seja tão mal humorado. Dizem que é por conta do tempo sempre
fechado. Chove bem mais lá do que faz sol, e aí dá pra entender: eles se mordem de inveja do Rio e preferiam estar curtindo uma praia!











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